Gotas do Pensamento

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Location: Braga, Braga, Portugal

Sunday, November 26, 2006

INDICADORES DE QUALIDADE

Este trabalho foi feito após a leitura atenta do texto: Carvalho, Ana Amélia A. (2006). Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF, Número 2, Ministério da Educação (no prelo).
O texto começa por nos apresentar, sucintamente, as quatro fases de evolução dos sites, não só no design gráfico, mas também na diversidade de recursos que vão sendo utilizados. Em seguida são-nos apresentados as cinco principais componentes de um site educativo: a informação, as actividades, a comunicação, a edição colaborativa online e a partilha.
No que concerne aos indicadores de qualidade, o texto aborda vários autores e organizações que propõem dimensões e indicadores que permitem aferir a qualidade de sites, tais como: Alexander e Tate (1999); Mich et al. (2003); Carvalho et al. (2005); o grupo World Wide Web Consortium.
Nos pontos seguintes do texto são-nos apresentadas abordagens que dão particular atenção aos indicadores de qualidade de informação e indicadores de qualidade de sites educativos. Centraremos a nossa atenção nos indicadores de qualidade de sites educativos baseados na norma ISO/IEC 9126-1 (2001). Assim são propostas nove dimensões: a identidade, a usabilidade, a rapidez de acesso, os níveis de interactividade, a informação, as actividades, a edição colaborativa online, o espaço de partilha e a comunicação.
1) Identidade: integra o nome do site (deve estar sempre visível), o seu propósito ou finalidade (deve surgir na primeira página para esclarecer os utilizadores sobre o tipo de site, isto é, destinatários e objectivos), a autoridade (autor ou instituição responsável pelo site, estes devem disponibilizar os seus contactos: correio electrónico, telefone e endereço postal), a data da criação e da última actualização.
2) Usabilidade: o site deve ser fácil de usar e fácil de aprender a usar, para isso contribui a compreensão da estrutura do site (se possível o menu deve estar sempre disponível e os itens reflectirem as suas secções), a navegação e orientação (no site o utilizador deve conseguir responder facilmente às seguintes questões: Que site é este? Em que página estou? Quais são as secções principais deste site? Quais são as minhas opções neste nível?), o aspecto gráfico e a consistência da interface (o aspecto gráfico provoca no utilizador interesse ou desinteresse. Ao utilizador deve ser-lhe facultado algumas opções como: alterar o tamanho do texto, desactivar o som, aumentar ou diminuir o seu volume, repetir a visualização, avançar ou recuar no som ou no vídeo).
3) Rapidez de acesso: para a rapidez interna de acesso contribui o facto de as hiperligações estarem activas.
4) Níveis de interactividade: o utilizador deve ser desafiado num site para se sentir envolvido e interessado. Foram identificados cinco níveis de interactividade: 1) o utilizador vê e ouve, clica nas hiperligações para aceder à informação; 2) o utilizador desloca ou movimenta objectos; 3) o utilizdor preenche e envia esperando receber uma resposta; 4) o utilizador preenche e verifica obtendo feedback imediato; 5) o utilizador constrói um texto colaborativo online.
5) Informação: abarca o conteúdo disponibilizado (deve ter um título, indicação do autor, a data, as referência s bibliográficas e estar correcto do ponto de vista gramatical e ortográfico), as ajudas ao utilizador e as perguntas frequentes, as sugestões e actividades para professores e encarregados de educação.
6) Actividades: as actividades devem fomentar a aprendizagem individual e colaborativa, incentivando e motivando a procura de informação. São destacadas três tipos de actividades que podem ser desenvolvidas individualmente ou colaborativamente: 1) pesquisa orientada; 2) jogos; 3) exercícios com correcção automática.
7) Edição colaborativa online: as ferramentas colaborativas (blogues e ferramentas wiki) permitem que vários sujeitos colaborem para o mesmo objectivo.
8) Espaço de partilha: espaço onde podem ser disponibilizados os trabalhos realizados pelos professores e pelos alunos.
9) Comunicação: o site deve facilitar a comunicação entre os que o usam, disponibilizando correio electrónico, fórum e chat (aúdio e vídeo).

Sunday, November 05, 2006

O que é o Blog?


Num primeiro momento, devo confessar que não fazia a menor ideia do que era um blogue. Tive o primeiro contacto com este termo através da disciplina de Comunicação Educacional e Tecnologias de Informação no Curso de Especialização em Organização e Avaliação da Formação.
Após uma leitura atenta do texto Carvalho et al. (2006) Blogue uma ferramenta com potencialidades pedagógicas, concluí que o blogue é um espaço pessoal ou colectivo criado na Web que nos permite colocar on-line todo o tipo de informação, estando esta organizada da mais recente para a mais antiga.
O blogue foi criado nos finais da década de 90 com a designação de Weblog, registo diário na Web, tendo sido simplificado para blog e aportuguesado para blogue. existe uma polémica sobre o seu criador, contudo alguns autores como Barbosa e Granado (2004) apontam Jorn Barger.
O que começou por ser um diário on-line, rapidamente evoluiu para um espaço de opinião temática. A facilidade de criação e a possibilidade de ter e gerir um espaço próprio na Web contribuiu para o seu rápido e enorme sucesso.
Face à multiplicidade de funções possibilitada pelo blogue, devo concluir que não é fácil definir blogue.
Como Professor de Língua Portuguesa do 3º ciclo e secundário acho que o blogue será um instrumento pedagógico bastante motivador para mim como professor,uma vez que posso colocar os meus trabalhos e informações on-line para consulta, mas também para os meus alunos, pois poderão publicar os trabalhos elaborados no âmbito da disciplina.

Saturday, November 04, 2006

Criação do Blog

Após várias tentativas acho que consegui criar o meu blog.